segunda-feira, 26 de maio de 2014

ISTO, TAMBÉM, É UM BOM EXEMPLO!


     O Conselho Regional de Administração do Mato Grosso do Sul - CRA-MS está com vagas de nível superior e médio para a Seleção Pública. Confira o EDITAL, no link, e faça sua inscrição, em breve .:: http://goo.gl/r3S9wm
  Administradores, Tecnólogos e Empresários Pernambucanos quando foi que houve concurso no CRA-PE

VAMOS JUNTOS MUDAR A PÁGINA DA HISTÓRIA DOS PROFISSIONAIS DE ADM. DE PERNAMBUCO!

AVANÇA CRA-PE! AVANÇA!!!

sábado, 24 de maio de 2014

ISTO, SIM, É UM BOM EXEMPLO!

Dentro destas, ótimas e bem-vindas, ações do CRA-AL a mais importante são as plenárias que são discutidas as prestações de contas, receitas e despesas orçamentárias, investimentos, fiscalização, projetos e encontros acadêmicos, fórum de coordenadores, onde todos os Conselheiros Efetivos, Suplentes e Administradores colaboram para uma gestão participativa, e não como uma Gestão ÚNICA, de um só Administrador, concordam?


VAMOS MUDAR A PÁGINA DA HISTÓRIA DO CRA-PE.
Faça parte desta mudança, JÁ! 
Venha para o AVANÇA CRA-PE!!!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

A GESTÃO VITALÍCIA DO CRA-PE!

Depois de um dia de votação, no último dia 14 de maio, o Sindicato dos Rodoviários do nosso Estado elegeu como novo presidente Benilson Custódioda chapa da oposição, chapa 3, o qual derrotou o vitalício presidente, Patrício Magalhães, que ocupa o cargo há 33 anos. O novo dirigente representará a categoria dos rodoviários, que atualmente tem, em média, 12 mil trabalhadores.

O que você, Estudante, Bacharel, Tecnólogo e Empresário, diz respeito da atual Gestão do nosso CRA-PE, que há 24 anos não há melhorias, crescimento, desenvolvimento para a nossa Classe como Estudantes, Profissionais e Empresários? Já está na hora de nós, dos mais de 12 mil Administradores registrados, mudarmos esta Gestão, mudarmos a má qualidade dos serviços prestados, o mal atendimento, a não transparência dos nossos recursos arrecadados, despesas e investimentos realizados através dos projetos junto ao CFA.
Teremos que aguardar mais tempo? Ou devemos nos unir para mudarmos?


 A minha, a sua, a nossa opinião e atitude são extremamentes importante. 

AVANÇA CRA-PE!!! AVANÇA!!!

segunda-feira, 31 de março de 2014

MUDANÇA, JÁ!



Vamos ter a CORAGEM  de mudar ou iremos ficar apenas na VONTADE? Juntos e unidos conseguiremos. 

A hora é agora! Vote certo. Vote consciente atuais e futuros Administradores, Tecnólogos e Empresários. 

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Fan page: Avança CRA-PE


AVANÇA CRA-PE!!! AVANÇA!!!

quarta-feira, 26 de março de 2014

A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO CRA-PE

Estudantes, Administradores, Tecnólogos e Empresários, a Administração Pública, direta e indireta, não possui autonomia para celebrar contratos como adquirir, vender, ceder, locar ou contratar obras ou serviços, pois esta não trabalha com recursos próprios ou disponíveis, mas sim com recursos públicos. Desta forma, a Administração deverá prestar contas e observar uma série de princípios e procedimentos previstos em lei.

licitação é um processo administrativo que visa assegurar igualdade de condições a todos que queiram realizar um contrato com o Poder Público. A Licitação é disciplinada por lei (Lei 8.666 de 1993). Esta estabelece critérios objetivos de seleção das propostas de contratação mais vantajosas para o interesse público.
A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, prevê em seu artigo 37 e inciso XXI, o processo de licitação para as obras, serviços, compras e alienações:

Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
XXI - ressalvados os casos especificados na legislação, as obras, serviços, compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes, com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento, mantidas as condições efetivas da proposta, nos termos da lei, o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações.

Através desta previsão em nossa Carta Magna, o poder legislativo federal elaborou uma legislação específica para aprofundar a matéria. Em 1993, o ente estatal trouxe ao conhecimento da sociedade a Lei Federal nº. 8.666, que regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal e institui normas para licitações e contratos da Administração Pública.

Será que os agentes públicos do CRA-PE conhecem esta Legislação? Como são realizadas as aquisições de bens e serviços do nosso conselho de classe, o CRA-PE? Onde encontram-se os processos licitatórios de manutenção de ar condicionado, material de escritório, limpeza, manutenção predial, serviços gráficos, entre outros? NÃO SABEMOS ONDE NOSSA ANUIDADE ESTÁ SENDO INVESTIDA!


POR UMA GESTÃO TRANSPARENTE E ATUANTE, CONTAMOS COM O SEU VOTO!!!

AVANÇA CRA-PE!!! AVANÇA!!!

terça-feira, 25 de março de 2014

NESTE ANO, ALÉM DA COPA DO MUNDO, TEREMOS AS ELEIÇÕES DO SISTEMA CFA/CRA's


A hora é agora! Vote certo. Vote consciente atuais e futuros Administradores, Tecnólogos e Empresários. 

Venha para o AVANÇA CRA-PE!!! VENHA!

quinta-feira, 20 de março de 2014

CADÊ A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRA-PE? CADÊ???

Estudantes, Administradores, Tecnólogos e Empresários de Pernambuco vocês já tomaram conhecimento da prestação de contas do seu Conselho de Classe, o CRA-PE?
Você sabe o valor arrecadado mensalmente e anualmente do CRA-PE? 
Onde estão os demonstrativos da receita e despesa do CRA-PE? 
Em que local estão disponíveis, estas informações, no site do CRA-PE? 
Porque há tanta omissão de informações? Informações que deveriam estar explícitas, afinal, você quita sua anuidade e quer ver o retorno, mas há algum retorno? 
Quais os processos internos e as atividades que são desenvolvidas pelo CRA-PE?
Vamos refletir sobre esta situação tão comum quando se trata do nosso conselho, será que é isto que queremos para o futuro do nosso CRA-PE? 

Nós podemos mudar esta situação, cabe a você decidir, utilizando a sua arma mais poderosa, o seu voto! Para uma nova gestão decida na eleição!

Prestação de contas de outros CRA’s:

Vamos construir um novo CRA-PE. Contamos com o seu apoio e participação! 

AVANÇA CRA-PE!!! AVANÇA!!!


quarta-feira, 12 de março de 2014

A NÃO PARTICIPAÇÃO DO CRA-PE NAS SOLENIDADES DE COLAÇÃO DE GRAU

Você já visitou o seu Conselho de Classe? Você já foi, presencialmente, ao CRA-PE? Se sim, o que achou? Se não, é seu dever conhecê-lo, Estudante, Administrador, Tecnólogo e Empresário, afinal de contas é com o pagamento da sua anuidade que o CRA-PE mantem toda a sua estrutura funcional e operacional.
Estudante, na sua IES existe alguma abordagem sobre o que é o CRA-PE? Para que serve? Em que ele atua? Quando, como e para que se registrar? Já houve alguma visita da sua faculdade ao CRA-PE? O que faz o Diretor da Câmara de Relações Institucional do CRA-PE? Deveria ser uma das tarefas deste diretor “levar a faculdade ao CRA-PE”, concordam? Você já presenciou ou ouviu falar que o Presidente ou algum representante do CRA-PE compareceu, foi prestigiar alguma colação de grau? É um dos momentos gratificantes do início da carreira profissional, pois é a formação acadêmica superior. Vemos que nas redes sociais do CFA há um trabalho de divulgação e valorização dos recém-formados, com expositivo de fotos de graduandos, exceto os de Pernambuco. Por que o CRA-PE não participa? Por que o CRA-PE não divulga? 
Administrador, em sua empresa existe a obrigatoriedade do registro profissional da categoria para atuar na sua devida função de Administrador?
Qual a importância do papel do Administrador para a sociedade como agente de mudança? 

Reflitam e vamos juntos, unidos avançar! 

AVANÇA CRA-PE!!!

sábado, 8 de março de 2014

PARABÉNS MULHERES PELO NOSSO DIA!

Sabemos que nem tudo são flores em nossa luta diária, se não fossemos fortes seria ainda mais difícil. Somos 360º sempre em busca da excelência, sucesso e felicidade com determinação, ética, respeito, amor e CORAGEM!!! 

Esta é uma pequena homenagem das Administradoras integrantes, apoiadoras e divulgadoras do Avança CRA-PE pelo dia de hoje que valem para os outros 364 dias. 



PARABÉNS MULHERES!!!

quinta-feira, 6 de março de 2014

ISTO É UMA VERGONHA!!!

“Desde o final de janeiro, deste ano, o Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) realiza o recadastramento dos administradores, tecnólogos e empresas registradas no Conselho. A atualização, feita por meio eletrônico (via internet), tem seu prazo final do dia 30 de abril de 2014.”
E você, Administrador, Tecnólogo, Empresário devidamente registrado e em dia com as suas obrigações financeiras, como você faz para atualizar, complementar e/ou incluir suas informações? Que são SEUS DADOS. Há na home page do CRA-PE um lugar específico para logar-se e fazer esse procedimento simples, ágil e seguro?
O excesso de papel, visivelmente exposto ao ar livre, em estantes, amontoados em caixas de arquivo ou será arquivo morto do CRA-PE
Os documentos possuem marca d’água? Em pleno século XXI, documentos são emitidos e postos marca d’água. Atenção Geração Y, vocês sabem o que é isso? 
Em que século parou a atual Gestão do CRA-PE
ISTO É UM CRIME AO MEIO AMBIENTE!!! 
Qual a diferença do nosso CRA-PE para o CRA-SE? 
 Fonte: Fanpage do CRA-SE

AVANÇA CRA-PE!!! AVANÇA!!!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

QUAL A IMPORTÂNCIA DA OPOSIÇÃO?


A concorrência é importante, também, como de forma de aprendizado. Tal observação agrega muito valor não apenas na identificação dos acertos, e sim, principalmente dos ERROS. 

Por que será que nesses 24 anos da mesma gestão do CRA-PE não houve uma oposição? Não lhe incomoda, não lhe geram dúvidas, Administrador, Tecnólogo, Empresário por que tanto tempo de gestão?

Por que tantos erros acontecem/estão acontecendo e não dão/damos importância para melhorá-los, para consertá-los, para mudá-los? 

A falta de oposição faz mal a gestão, faz mal a nós que não vemos nada de bom acontecer para nossa Classe Profissional. Uma gestão que está na zona de conforto há tanto tempo e não deixa a palavra MUDANÇA fazer jus ao seu verdadeiro significado.

Será que merecemos ser abandonados, esquecidos pelo CRA-PE? Vamos continuar deixando que nos maltratem? Que nos humilhem diante dos nossos olhos? 

"A oposição será sempre popular; é o prato servido à multidão que não logra participar no banquete." - Joaquim Nabuco





NÓS, ADMINISTRADORES DE PERNAMBUCO, DEVEMOS E VAMOS CONSTRUIR UM NOVO CRA-PE. CONTAMOS COM A SUA PARTICIPAÇÃO!



AVANÇA CRA-PE!!! AVANÇA!!!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

QUAL O TIPO DE TECNOLOGIA QUE EXISTE E É USADA NO CRA-PE?

As empresas estão utilizando cada vez mais os recursos da tecnologia para ter um funcionamento mais eficiente. Com isto estão sendo capazes de divulgar, registrar produtos, clientes, agilizar os serviços e se comunicar através da internet. Sendo ela uma grande ferramenta para auxilio nos serviços prestados.
A internet é um fato tecnológico que veio para facilitar, a vida do profissional, interligando os setores internos e externos tornando a vida totalmente globalizada. Sabe-se que a informatização dentro de uma empresa deve ser primeiramente planejada e muito bem elaborada, afim de que não corra riscos de se obter resultados negativos. Vale ressaltar que a empresa informatizada deverá implantar ao seu negócio metodologias para adaptação de seus funcionários visando oferecer ampla facilidade e evitando assim que os processos sejam mal sucedidos, dá-se o nome de Gestão da Informação.
Qual a tecnologia que existe no CRA-PE? Uma máquina de datilografar? Vários livros de registros? Carteira de papel onde a foto 3x4 é colada na própria carteira? Paga-se tão caro pelo primeiro registro e a Carteira de Identidade Profissional - CIP nem ao menos vem plastificada. O CRA-PE possui um sistema informatizado? Nós que somos associados não podemos emitir uma 2ª via do boleto bancário no site. Vários Empresários que solicitaram/solicitam a 2ª via do boleto para quitar a sua anuidade deste ano para permanecer em dia com as suas obrigações financeiras tiveram seu direito negado, foram obrigados a dirigir-se à “sede” do CRA-PE para efetuar o pagamento em cheque ou espécie onde é emitido uma guia de recolhimento.
O CRA-PE que é uma Autarquia Pública Federal, é gerida e administrada por administradores de qual século? Uma Administração altamente decrépita (antiga), não acham?
Como você pontua a administração do nosso CRA-PE, que há 24 anos possui a mesma gestão?

Vamos refletir como verdadeiros administradores politizados e antenados, vamos dar um basta!!! Vamos abrir os braços para o futuro! 





Avança CRA-PE!!!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

REUNIÃO PLENÁRIA NO CRA-PE? O QUE É ISSO? JÁ OUVIRAM FALAR?

Estudantes, Bacharéis, Tecnólogos em Administração e Empresários, nesses 24 anos de Gestão vocês já foram convidados para participar de alguma Reunião Plenária do CRA-PE? Já ouviram falar de alguma plenária no CRA-PE? Será que teremos que aguardar mais 24 anos? 





AVANÇA CRA-PE!!!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

FAÇA PARTE DA MUDANÇA! FAÇA PARTE DO AVANÇA CRA-PE!!!

E você, Estudante, Bacharel, Tecnólogo em Administração e Empresários querem continuar na mesmice ou fazer a MUDANÇA acontecer? AVANÇA CRA-PE!!!

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

OS ADMINISTRADORES DO SERTÃO DE PERNAMBUCANO NÃO POSSUEM APOIO DO CRA-PE

A Administradora Lara Brito, coordenadora do curso de Administração da Faculdade São Francisco de Juazeiro - FASJ foi convidada para fazer a abertura do evento, em Juazeiro-BArealizado pelo CRA-BA pelo dia 09 de setembro - Dia do Administrador, dando as boas vindas a todos os presentes e parabenizando os Administradores e futuros Administradores.

Os nossos administradores do sertão de Pernambuco não possuem apoio e atenção do CRA-PE, nem mesmo a capital do sertão, Petrolina - PE, nossa Dubai do sertão, que está em pleno desenvolvimento. Com isso o CRA-BA teve uma visão ampla detectando esta carência e implantou desde de 2010 uma representação no município de Juazeiro, na Bahia, para dar suporte aos administradores de Petrolina - PE, tornando visivelmente clara a falta de apoio do CRA-PE que não possui nenhum tipo de acompanhamento e suporte para aos Administradores, Estudantes, Tecnólogos e Empresários, onde os mesmos tem que recorrer a outro Estado para se registrar, causando um certo descontentamento e desconforto. Em Petrolina, no Estado de Pernambuco, há 04 (quatro) Instituições de Ensino presenciais que são: Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina - FACAPE, Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano e a Universidade de Pernambuco - UPE, enquanto que no Juazeiro, da Bahia, há apenas 01 (uma) IES que é a Faculdade São Francisco de Juazeiro – FASJ. Petrolina, em PE, tem mais IES do que Juazeiro, consequentemente, mais graduandos e graduados em Administração e não tem uma seccional do CRA-PE e /ou Representante?

O dia do Administrador foi comemorado com palestras, coffee break, entre outras atividades em vários Conselhos de outros Estados. O CRA-PE divulgou no site do CFA a seguinte informação: “O Conselho Regional de Administração de Pernambuco (CRA-PE) prepara diversas ações para celebrar o Dia do Profissional de Administração. No dia 19 de setembro o Regional realizará o “Prêmio Expressão em Administração 2013. Além disso, o CRA-PE prepara a programação de palestras que serão realizadas nas Instituições de Ensino Superior do Estado.”
Isto que vocês acabaram de ler é o suficiente para a nossa profissão? Você, graduando em Administração, que está perto de graduar-se e quer ser um empresário, quer ter sua carreira profissional consolidada e bem sucedida, como você será inserido no mercado de trabalho e terá seu sucesso profissional e pessoal sem o apoio devido do CRA-PE? Essas ações são suficientes? A qual deveriam ser implantadas e implementadas ao longo do ano, e não apenas no Dia do Administrador que mal foram divulgadas? Serão com essas atitudes e ações que devemos ter orgulho de sermos ADMINISTRADORES? Avança CRA-PE!!! 

Fonte: 


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

TER O PRÓPRIO NEGÓCIO É UM SONHO NADA FÁCIL DE CONCRETIZAR

Abrir o seu próprio negócio e tornar-se um pequeno empreendedor é o sonho de muitas pessoas atualmente, um sonho que não é nada fácil, e torna-se longe de se concretizar sem o apoio do nosso CRA-PE, afinal, será que o CRA-PE participa ativamente junto as comissões de licitações nos Órgãos Públicos Municipais, Estaduais e Federais? Para que as comissões respeitem a Lei do Administrador – Lei nº 4.769/65 e o Decreto-lei nº 61.934/67?
As comissões de licitações, quando da publicação dos editais, no item habilitação, solicita a comprovação de regularidade das Empresas e do Administrador/Responsável Técnico junto ao CRA-PE?
CRA-PE fiscaliza as empresas vencedoras de certames licitatórios, para que as mesmas sejam registradas no CRA-PE como Originárias ou Secundárias?
As comissões de licitações verificam a validade dos atestados registrados no CRA-PE?
Há convênio do CRA-PE com as entidades públicas para autenticidades desses atestados?
CRA-PE analisa os editais, diariamente, para impugnar os mesmos com relação a não comprovação de registro junto ao CRA-PE e atestados devidamente registrados?
Para que o serve, de fato, o registro das Empresas com o Responsável Técnico no CRA-PE?


AVANÇA CRA-PE!!! AVANÇA!!!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

QUAL O VERDADEIRO PAPEL DO ADMINISTRADOR NO MERCADO DE TRABALHO TÃO DESAMPARADO, E O QUE O CRA-PE FAZ POR VOCÊ ADMINISTRADOR, TECNÓLOGO?

Sabemos que nos dias atuais ter apenas um diploma de graduação não é suficiente para o competitivo mercado de trabalho, e para essa acirrada disputa, o que o nosso CRA-PE faz para desenvolvermos profissionalmente? 
É justo nossa profissão ser ocupada por qualquer Bacharel, por não possuir uma Fiscalização eficaz e atuante do CRA-PE
Será que só cabe, a você, Administrador, Tecnólogo investir na sua qualificação profissional? 
Qual o verdadeiro papel do Administrador no mercado de trabalho tão desamparado, e o que o CRA-PE faz por você Administrador, Tecnólogo? 



De que maneira temos o nosso direito defendido pela nosso órgão de classe? 
Qual a vantagem de ser um profissional, devidamente registrado e em dia com as nossas obrigações?

                             AVANÇA CRA-PE!!! AVANÇA!!!

sábado, 18 de janeiro de 2014

SERÁ QUE O NOSSO CONSELHO DE CLASSE DO ESTADO, CRA-PE, ESTÁ REGULAR?

    Auditoria do Conselho Federal de Farmácia - CFF aponta irregularidades nas contas do DF, e será que o NOSSO Conselho de Classe do Estado - CRA-PE está regular? Será que é transparente, atuante com os Tecnólogos, Bacharéis e empresários? Vejam a reportagem: http://goo.gl/oIf7C9



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

SUA ANUIDADE ESTÁ SENDO BEM UTILIZADA?


    O que você vê de retorno para a sua profissão? O que o seu Conselho de Classe faz por/para você, Estudante, Administrador, Tecnólogo, Empresário?

AVANÇA CRA-PE!!! AVANÇA!!!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

HISTÓRIA DA ADMINISTRAÇÃO

Os cursos de Administração no Brasil têm uma história muito curta, principalmente se comparamos com os EUA, onde os primeiros cursos na área se iniciaram no final do século XIX, com a criação da Wharton School, em 1881. Em 1952, ano em que se iniciava o ensino de Administração no Brasil, os EUA já formavam em torno de 50 mil bacharéis, 4 mil mestres e cem doutores por ano, em Administração.
O Ensino da Administração no Brasil
Historicamente, o ensino de Administração no Brasil passou por dois momentos marcados pelo currículos mínimos aprovados em 1966 e 1993, culminando com a apresentação da proposta de diretrizes curriculares para os cursos de graduação em Administração elaboradas pelos autores em 1998, quando eram membros da Comissão de Especialistas de Ensino de Administração da SESu/MEC.
Surgimento e reconhecimento da profissão do Administrador
Os cursos de Administração no Brasil têm uma história muito curta, principalmente se comparamos com os EUA, onde os primeiros cursos na área se iniciaram no final do século XIX, com a criação da Wharton School, em 1881. Em 1952, ano em que se iniciava o ensino de Administração no Brasil, os EUA já formavam em torno de 50 mil bacharéis, 4 mil mestres e cem doutores por ano, em Administração.
A evolução de tais cursos se apresenta como uma faceta do desenvolvimento do espírito modernizante. É neste sentido, isto é, na mudança e desenvolvimento da formação social brasileira, que devemos buscar as condições e as motivações para a criação desses cursos. Para Covre , tais motivações estão relacionadas com o caráter de especialização e uso crescente da técnica, tornando imprescindível a presença de profissionais para as diferentes funções de controlar, analisar e planejar as atividades empresariais.
O contexto para a formação do Administrador no Brasil começou a ganhar contornos mais claros na década de 40. A partir desse período, acentua-se a necessidade de mão-de-obra qualificada e, conseqüentemente, da profissionalização do Ensino de Administração. O autor ressalta a importância da formação de pessoal especializado para a planificação de mudanças, assim como da criação de centros de investigação para dar suporte a questões econômicas e administrativas, em uma sociedade que passava de um estágio agrário para a industrialização .
Segundo essa visão, tratava-se de formar, a partir do sistema escolar, um Administrador profissional, apto para atender ao processo de industrialização. Tal processo desenvolveu-se de forma gradativa, desde a década de 30, porém, acentuou-se por ocasião da regulamentação da profissão, ocorrida na metade dos anos sessenta, através da Lei nº 4.769, de 09 de setembro de 1965. Com essa Lei, o acesso ao mercado profissional seria privativo dos portadores de títulos expedidos pelo sistema universitário.
O Ensino de Administração veio privilegiar a participação das grandes unidades produtivas, que passaram a constituir um elemento fundamental na economia do país, principalmente a partir de 1964.
A grande preocupação com os assuntos econômicos teve seu marco em 1943. Naquele ano, realizou-se, no Rio de Janeiro, o primeiro Congresso Brasileiro de Economia, no qual se manifestou grande interesse pela industrialização do país, postulando-se iniciativas concretas por parte do Estado para motivar a pesquisa em assuntos econômicos. Porém, tais estudos vinham sendo realizados basicamente nos cursos de Direito na disciplina de economia, vista como de "formação geral" .
Somente em 1945 surgiram os primeiros resultados quanto à implantação desse ensino. Nesse ano, Gustavo Capanema, Ministro da Educação e Saúde, encaminhou à Presidência da República um documento que propunha a criação de dois cursos universitários: Ciências Contábeis e Ciências Econômicas. O documento afirmava que as atividades de direção e orientação, tanto nos negócios públicos como nos empresariais, haviam atingido um nível de maior complexidade, exigindo de seus administradores e técnicos conhecimentos especializados. Isso possibilitou que os cursos de economia passassem a ter um caráter de especialização, não mais de natureza genérica, como anteriormente.
A criação desses cursos assume um papel relevante, por ampliar a organização escolar do país que, até então, constituía-se apenas de engenheiros, médicos e advogados.
Nesse sentido, é significativo considerar a importância do Manifesto dos "Pioneiros da Educação Nova" que, em 1932, abordava a necessidade de outros cursos universitários, além dos já mencionados .
O ensino de Administração está relacionado ao processo de desenvolvimento do país. Esse processo foi marcado por dois momentos históricos distintos. O primeiro, pelos governos de Getúlio Vargas, representativos do projeto "autônomo", de caráter nacionalista. O segundo, pelo governo de Juscelino Kubitschek, evidenciado pelo projeto de desenvolvimento associado e caracterizado pelo tipo de abertura econômica de caráter internacionalista. Este último apresentou-se como um ensaio do modelo de desenvolvimento adotado após 1964. Nesse período, o processo de industrialização se acentuou, sobretudo devido à importação de tecnologia norte-americana.
O surto de ensino superior, e em especial o de Administração, é fruto da relação que existe, de forma orgânica, entre essa expansão e o tipo de desenvolvimento econômico adotado após 1964, calcado na tendência para a grande empresa. Nesse contexto, tais empresas, equipadas com tecnologia complexa e com um crescente grau de burocratização, passam a requerer mão-de-obra de nível superior para lidar com essa realidade.
O surgimento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a criação da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP) marcaram o ensino e a pesquisa de temas econômicos e administrativos no Brasil, contribuindo para o processo de desenvolvimento econômico do país .
Tais instituições ocuparam uma posição dominante no campo das instituições de ensino de Administração, assim como de referência do posterior desenvolvimento desses cursos.
É importante considerar que a idéia dos fundadores dessas instituições era criar um novo tipo de intelectual, dotado de uma formação técnica capaz de revestir suas ações de conhecimentos especializadas, como uma estratégia indispensável ao prosseguimento das transformações econômicas iniciadas em meados dos anos trinta.
Tratava-se, para Martins de formar, a partir do sistema escolar, o "administrador profissional" . Esse processo se intensificaria no momento da regulamentação da profissão ocorrida na metade dos anos sessenta (1965), quando o acesso ao mercado profissional seria restrito aos portadores de títulos universitários.
A FGV representa a primeira e mais importante instituição que desenvolveu o ensino de Administração. Sua origem remonta à criação do Departamento de Administração do Serviço Público (DASP), em 1938. Esse órgão tinha como finalidade estabelecer um padrão de eficiência no serviço público federal e criar canais mais democráticos para o recrutamento de Recursos Humanos para a administração pública, por meio de concursos de admissão .
A ideia da criação da nova Instituição foi bem acolhida pelo então presidente da República, Getúlio Vargas, que autorizou o DASP a promover a abertura de uma entidade voltada ao estudo de princípios e métodos da organização racional do trabalho, visando a preparação de pessoal qualificado para a administração pública e privada. A instituição surgiu por meio do Decreto nº 6.933, próxima ao pólo dominante dos campos do poder político e econômico.
Foi na FGV que surgiram os primeiros institutos de investigação sobre assuntos econômicos do país, com propósito de fornecer resultados para as atividades dos setores estatal e privado.
A criação da Fundação Getúlio Vargas ocorreu em um momento em que o ensino superior brasileiro deslocava-se de uma tendência européia para uma tendência norte-americana. Isto é evidente, uma vez que a FGV tem apresentado um vínculo entre seus organizadores e o ensino universitário norte-americano, de onde proveio a inspiração para estruturá-la em termos de fundação.
Martins comenta ainda que o objetivo da Fundação era formar especialistas para atender ao setor produtivo, tomando-se como inspiração as experiências norte-americanas. Em 1948, representantes dessa Instituição visitaram vinte e cinco Universidades americanas que mantinham cursos de Administração Pública, com intuito de conhecer diferentes formas de organização. Isto favoreceu a realização de encontros entre representantes da FGV e professores norte-americanos visando à criação de uma escola voltada ao treinamento de especialistas em Administração Pública .
Como fruto dessas relações, foi criada, em 1952, a Escola Brasileira de Administração Pública (EBAP), pela Fundação Getúlio Vargas, com o apoio da ONU e da UNESCO para a manutenção inicial. O convênio com esses organismos internacionais previa a manutenção de professores estrangeiros na escola e bolsas de estudo para o aperfeiçoamento dos futuros docentes no exterior.
Com o surgimento da EBAP no Rio de Janeiro, a FGV preocupou-se em criar uma escola destinada especificamente à preparação de Administradores de Empresas, vinculada ao mundo empresarial, com o objetivo de formar especialistas em técnicas modernas de administração empresarial .
Essa situação possibilitou a criação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP), em 1954. É importante destacar que a FGV escolheu essa cidade, considerada a capital econômica do país, "coração e cérebro da iniciativa privada", com intuito de atender às expectativas do empresariado. Para a implantação da escola, a FGV buscou apoio do governo federal, do Estado de São Paulo e da iniciativa privada.
Para dar início às atividades nessa nova Instituição, a FGV firmou um acordo com a USAID (Desenvolvimento Internacional do Governo dos Estados Unidos). Nesse convênio, o governo norte-americano se comprometia a manter, junto a esta escola, uma missão universitária de especialistas em Administração de Empresas, recrutados na Universidade Estadual de Michigan. Por outro lado, a FGV enviaria docentes para estudos de pós-graduação nos Estados Unidos, com intuito de preencher os quadros do corpo docente da EAESP. Tal convênio revelava a influência do ensino de Administração norte-americano na realidade brasileira, evidenciada, sobretudo, por meio dos currículos e bibliografias.
A missão universitária norte-americana atuou na EAESP até 1965, fornecendo uma forte estrutura acadêmica à instituição que lhe permitiu ocupar uma posição dominante entre os cursos de Administração do País .
Com a criação da EAESP, surgiu o primeiro currículo especializado em Administração, que influenciou, de alguma forma, o movimento posterior nas instituições de ensino superior do País .
A partir da década de sessenta, a FGV passou a criar cursos de pós-graduação nas áreas de Economia, Administração Pública e de Empresas. Em meados dessa década, iniciou a oferta regular dos cursos de mestrado.
Com a criação dos cursos de mestrado, a FGV passou a ser o centro formador de professores para outras instituições de ensino, no momento em que ocorreu uma enorme expansão dos cursos de Administração. Como conseqüência dessa expansão, na metade da década de 70, a entidade passou a ministrar um programa de doutorado nessas áreas.
Outra Instituição de muita relevância para o desenvolvimento do ensino de Administração tem sido a Universidade de São Paulo (USP), que surgiu da articulação de políticos, intelectuais e jornalistas.
A Universidade de São Paulo surgiu em 1934, por meio da aglutinação de faculdades já existentes e da abertura de novos centros de ensino. Em 1946, foi criada a Faculdade de Economia e Administração (FEA), que tinha por objetivo formar funcionários para os grandes estabelecimentos de Administração pública e privada .
A criação da FEA se deve principalmente ao grande surto de industrialização, quando surgiram empresas movimentando vultosos capitais que exigiram, para sua gestão, técnicas altamente especializadas.
Assim como a FGV, por meio da EBAP e da EAESP, também a Faculdade de Economia e Administração foi criada com um objetivo prático e bem definido: atender, por meio da preparação de recursos humanos, às demandas oriundas do acelerado crescimento econômico .
Foram os interesses públicos e privados que influenciaram na criação da FEA. Segundo Martins, o objetivo era de prestar colaboração às empresas privadas e a todos os órgãos do serviço público
Desde o início, a instituição procurou criar relações principalmente com a Administração Pública local. Estabeleceu contato com a Federação das Indústrias, com a Associação Comercial do Estado e com a iniciativa privada. Tais relações permitiram que o quadro de professores desenvolvesse, além de suas funções didáticas, um trabalho de assessoria junto a organismos privados e na administração estatal.
No interior da FEA, foram criados institutos que desempenharam um papel estratégico para sua articulação com o campo do poder econômico, na medida em que passou a prestar serviços a organismos públicos e privados.
É importante mencionar o Instituto de Administração, criado em 1946, que, juntamente com a FEA, foi, até 1966, muito importante na orientação de projetos e pesquisas para a administração pública e estatal.
A FEA, nos seus primeiros 20 anos, possuía apenas os cursos de Ciências Econômicas e Ciências Contábeis, e não oferecia os Cursos de Administração. Mesmo assim, ambos os cursos evidenciavam um conjunto de disciplinas que tratava de questões administrativas. O Instituto de Administração tinha por objetivo realizar pesquisas na área. Essa orientação permitiu o surgimento da Revista de Administração, por meio do Departamento de Serviço Público.
Somente no início dos anos 60, a FEA sofreu algumas alterações estruturais, dando origem ao Departamento de Administração, composto por disciplinas integradas aos cursos de Ciências Econômicas e Ciências Contábeis. Segundo Martins, nessa época, surgiram os primeiros cursos de pós-graduação da faculdade, inclusive em Administração, embora, ainda não existisse o curso de graduação. Isto só veio a ocorrer em 1963, quando a faculdade passou a oferecer os cursos de Administração de Empresas e de Administração Pública.
É importante considerar que, enquanto a criação da EBAP e EAESP correspondeu a um momento histórico, em que o segundo Governo de Getúlio Vargas procurou conduzir uma política econômica, baseada na criação de empresas estatais e empresas privadas nacionais, retomando o tema do nacionalismo, a criação do curso de Administração da FEA coincidiu com um momento em que a grande empresa estrangeira havia se consolidado no mercado interno nacional.
A partir de 1972, o Instituto de Administração foi reestruturado, passando a ligar-se ao Departamento de Administração e não mais a um grupo de disciplinas. Seu principal objetivo tem sido o de prestar serviços a entidades públicas e privadas, realizando pesquisas e treinamento de pessoal. Segundo Martins, os serviços prestados geraram um fundo de pesquisa, transformando-o em um órgão captador de recursos no interior da FEA.
Observa-se também que a criação e a evolução dos cursos de Administração na sociedade brasileira, no seu primeiro momento, se deram no interior de Instituições Universitárias, fazendo parte de um complexo de ensino e pesquisa. Essas escolas transformaram-se em pólos de referência para a organização e funcionamento desse campo.
No final dos anos 60, a evolução dos Cursos de Administração ocorreria, não mais vinculada a Instituições Universitárias, mas às Faculdades Isoladas que proliferaram no bojo do processo de expansão privatizada na sociedade brasileira.
Essa expansão também está relacionada às transformações ocorridas no plano econômico. A partir da década de 60, o estilo de desenvolvimento privilegiou as grandes unidades produtivas na economia do país. Ocorreu o crescimento acentuado das grandes empresas, principalmente estrangeiras e estatais, permitindo a utilização crescente da técnica. Isso implicou diretamente a necessidade de profissionais com treinamento específico para executar diferentes funções internas das organizações. Diante dessa situação, as grandes empresas passaram a adotar a profissionalização de seus quadros, tendo em vista o tamanho e complexidade das estruturas. Isso veio constituir um espaço potencial para a utilização dos Administradores que passaram pelo sistema escolar.
Com as mudanças econômicas, um novo acontecimento acentuou a tendência à profissionalização do Administrador: a regulamentação dessa atividade, que ocorreu na metade da década de 60, pela Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965. A presente Lei, no seu artigo 3º, afirma que o exercício da profissão de Técnico em Administração é privativo dos Bacharéis em Administração Pública ou de Empresas, diplomados no Brasil, em cursos regulares de ensino superior, oficial, oficializado ou reconhecido, cujo currículo seja fixado pelo Conselho Federal de Educação, nos termos da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, que fixa as Diretrizes e Bases da Educação no Brasil. Isso veio ampliar um vasto campo de trabalho para a profissão de Administrador.
No ano seguinte à regulamentação da profissão, por meio do Parecer nº 307/66, aprovado em 8 de julho de 1966, o Conselho Federal de Educação fixou o primeiro currículo mínimo do curso de Administração. Dessa forma, foram institucionalizadas, no Brasil, a profissão e a Formação de Técnico em Administração .
As diretrizes do parecer se inspiraram na análise das condições reais da Administração no País e nos postulados que emanavam da lei e da doutrina fixada na experiência nacional e internacional.
Tal currículo procurou agrupar matérias de cultura geral, objetivando o conhecimento sistemático dos fatos e condições institucionais em que se inseria o fenômeno administrativo; matérias instrumentais, oferecendo os modelos e técnicas de natureza conceitual ou operacional, e matérias de formação profissional.
Com a liberdade dada pelo currículo, as escolas poderiam ministrar as matérias do currículo mínimo com diferentes dosagens de tempo e de acento quanto aos objetivos, assim como organizar cursos ou seminários de aplicação mais restrita ou especializada.
Tem-se de superar certa tendência atomística que decompõe o currículo em todos os elementos que poderá abranger, adicionados, depois, como matérias autônomas: é a tendência prevalecente ao longo da tradição educacional, a que se deve a excessiva densidade dos planos de estudo. Dentro dessa orientação, mais ou menos mecânica, torna-se impraticável a redução, salvo por processo igualmente mecânico que elimina, mutilando.
De acordo com o Parecer nº 307/66, o currículo mínimo do curso de Administração, que habilita ao exercício da profissão de Técnico de Administração, seria constituído das seguintes matérias:
  • Matemática
  • Estatística
  • Contabilidade
  • Teoria Econômica
  • Economia Brasileira
  • Psicologia Aplicada à Administração
  • Sociologia Aplicada à Administração
  • Instituições de Direito Público e Privado (incluindo Noções de Ética Administrativa)
  • Legislação Social
  • Legislação Tributária
  • Teoria Geral da Administração
  • Administração Financeira e Orçamento
  • Administração de Pessoal
  • Administração de Material
Além desse elenco de matérias, tornava-se obrigatório o Direito Administrativo, ou Administração de Produção e Administração de Vendas, segundo a opção do aluno. Os alunos também tinham de realizar um estágio supervisionado de seis meses para obter o diploma.
A partir dessa regulamentação, procurou-se instituir organismos que controlassem o exercício da profissão. Foram criados, então, os Conselhos Regionais de Administração (CRAs).
A função de tais organismos era de fiscalizar o desempenho da profissão e expedir as carteiras profissionais. Só poderiam exercer a profissão aqueles que fossem registrados nos CRAs. Esse organismo passaria a ter um forte controle sobre as condições de acesso à profissão .
Isso nos mostra que a regulamentação da profissão de Administrador, ao institucionalizar que o seu exercício seria privativo daqueles que possuíam título de bacharel em Administração, contribuiria de forma acentuada para a expansão desses cursos.
Outro fator que contribuiu significativamente nesse processo de profissionalização foram as leis da Reforma do Ensino Superior. Essas leis estabeleceram claramente níveis de ensino tipicamente voltados às necessidades empresariais, assim como possibilitaram o surgimento de Instituições privadas, que, juntamente com as Universidades, pudessem corresponder à grande demanda de ensino superior desde a década de 50 .
A Lei nº 5.540, nos seus artigos 18 e 23, afirma que: "os cursos profissionais poderão, segundo a área abrangida, apresentar modalidades diferentes quanto ao número e a duração, a fim de corresponder às profissões reguladas em Lei: As Universidades e os estabelecimentos isolados poderão organizar outros cursos para atender às exigências de sua programação específica e fazer face à peculiaridade do mercado de trabalho regional".
Tais acontecimentos repercutiram significativamente, uma vez que, em um intervalo de 30 anos, o ensino de Administração alcançou uma dimensão significativa na sociedade brasileira, considerando que contava com dois cursos apenas em 1954, o da EBAP e o da EAESP, ambos mantidos pela FGV. Na Tabela 1.1, pode-se verificar a evolução do número de cursos das década de 60, 70, 80 e 90 .
TABELA 01 - Número de cursos segundo as décadas de 60, 70, 80, 90 e 2000.
DÉCADAS                       NÚMERO DE CURSOS
  • Antes de 1960            2
  • 1960                           31
  • 1970                           247
  • 1980                           305
  • 1990                           823
  • 2000                           1.462
  • 2010                           1.805
Fonte: MEC - Dados compilados pelo Conselho Federal de Administração.
Essa relação entre prática profissional e a obtenção de título específico impulsionou aqueles que aspiravam a ter acesso a funções econômico-administrativas, em órgãos públicos ou privados, a ingressar em centros de ensino que oferecessem tal habilitação. Também aqueles que já desenvolviam tais atividades no mercado profissional foram estimulados a buscar o título universitário para obter promoções.
Um dos aspectos que merece ser destacado na expansão dos cursos de Administração é a considerável participação da rede privada nesse processo, ocorrido a partir do final dos anos 70. No início da década de 80, o sistema particular era responsável por aproximadamente 79% dos alunos, ficando o sistema público com o restante. O mesmo ocorre nas demais áreas do conhecimento, onde a distribuição é de 61% para a rede privada.
Ao contrário das primeiras escolas, que nasceram próximas aos campos do poder econômico e político, as novas escolas, de maneira geral, nasceram eqüidistantes das expectativas e dos grupos que ocupam posições dominantes nesses campos. Essas escolas surgiram a partir da iniciativa daqueles que atuavam no setor educacional, aproveitando o momento em que o Estado pós-64 abriu um grande espaço para a iniciativa privada, visando a atender à crescente demanda de acesso ao ensino de 3º grau.
A abertura dos cursos apresentava-se vantajosa, uma vez que poderiam ser estruturadas sem muitos dispêndios financeiros. Tais cursos buscavam uma certa rentabilidade acadêmica, procurando adaptar suas práticas acadêmicas aos grandes centros que desfrutam de maior legitimidade.
Observa-se uma relação assimétrica, em que as primeiras escolas de Administração, como tendência, têm produzido para o setor público e privado uma elite administrativa vinculada aos pólos dominantes dos campos do poder político e econômico. Por outro lado, as novas instituições têm produzido os quadros médios para as burocracias públicas e privadas que, em função de sua complexidade, necessitam de pessoal para suas rotinas, isto é, um pessoal treinado para questões econômico-administrativas .
Outro fator, também fruto da expansão dos cursos de Administração na sociedade brasileira, é a concentração desse ensino em determinadas regiões. No início da década de 80, as regiões Sudeste e Sul respondiam por 80.722 alunos e 81% de todo o ensino de Administração do País. Esses dados indicam uma forte prevalência das regiões de maior concentração e diferenciação produtiva, onde se localizam as maiores oportunidades em termos de mercado de trabalho para essa profissão.
Isto mostra que a preocupação não deve estar apenas voltada à preparação de profissionais para as empresas privadas. No momento em que o Brasil se encaminha para uma sociedade democrática, parece oportuno defender a formação de um profissional capaz de atuar em outras formas organizacionais, tais como: associações de bairros, cooperativas, pequenas empresas e outros campos novos à espera de formas organizacionais inovadoras, além do seu tradicional campo nas empresas.